segunda-feira, 3 de julho de 2017

The Hangover

 Boas,

 O post de hoje fala sobre o meu estado de espirito depois do primeiro fim de semana de saldos. Sim Os saldos começaram dia um de Julho e foi o fim do mundo em cuecas mais o diabo a quatro.
 Crianças a chorar, adultos a discutir, aves raras, reclamações, perguntas idiotas, expressões infelizes - you name it- os saldos trazem ao de cima uma parte do ser humano que está enterradinho no subconsciente e que despoleta como um fulminante, ao ponto de ensurdecer de tal forma que por mais alto, a única resposta que obtemos é o eco de uma parede humana.
 A ressaca de saldos, tal como no filme é todo um mundo novo em que acordamos e em que pensamos - "Uau! Eu trabalho aqui? Estava aqui ontem? Fui inoculado e sou o ultimo sobrevivente Homo Sapiens?


 Vocês podem estar a pensar que isto não é o mesmo que acordar em Bangkog com menos um dente, não de facto não é...mas não fica longe, fica até muito perto se pensarmos que abres a loja ás 10 da matina e és engolido por um casal, pelo mesmo casal que tinhas estado no dia anterior que parceiam uns Amish com medo da civilização ocidental, que agora te ameaçam de reclamação porque o calçado que tinham experimentado no dia anterior não tinha sido abrangido pelos descontos.
 Trabalhar num dia de saldos - mais concretamente um fim de semana de saldos - é o mesmo que te enfiarem nú e descalço em cima de sebo com dois Rotweillers famintos a cobiçarem-te as nádegas!
 Por isso o dia seguinte... o dia seguinte, se não te comeram o rabo... é uma nova realidade

Sem comentários:

Enviar um comentário