terça-feira, 6 de junho de 2017

Dances with Wolves

 Boas,

 O post de hoje fala-vos de encontrar um caminho para o sucesso, de uma realização pessoal, de perceber onde é o teu lugar.
 Não, não estou a falar do Tenente John Dunbar  e na sua viagem para o desconhecido para perceber que era com os índios que se sentia bem, no excelente Danças com os Lobos, um dos poucos filmes Western feitos já recentemente a que tiro o chapéu e o melhor protagonizado por Kevin Costner sendo que o outro já falei aqui e o terceiro é JFK, com o qual não irei fazer nenhum post, pois sinceramente, trabalhar em retalho, por muito fantástico que seja, não chega para fazer analogia com um filme onde, enfiar um balázio na tola de um presidente e gerar inúmeras teorias da conspiração é o enredo principal.
 Estou sim a falar da descoberta que cada um de nós faz no percurso da sua vida, até se encontrar confortável com quem é e com o que faz.


 No meu caso, após todos os meus sonhos de adolescente de ser músico, ou actor, terem esbarrado na dura realidade de um rendimento fixo ser mais urgente do que uma inspiração num papel transformada em melodia, surgiu sobre no fascínio de lidar com pessoas.
 Se reparem bem, todos os meus post são sobre pessoas. Embora o tema central seja o retalho e tudo o que de engraçado o rodeia, na verdade, todas as peripécias e narrativas, não teriam lugar, se não houvessem protagonistas, cromos, sem as quais a caderneta do lojista, estaria vazia.
 Eu até gosto mais de animais, é um facto, mas eles não compram, são os seus pais humanos que o fazem, por isso tenho de me rir só com eles.
 O post de hoje é curto, curtinho, como a vida, a qual deve ser bem saboreada porque de agridoce todos temos um pouco, mas é do salgado ou picante que gostamos mais.

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